terça-feira, 12 de outubro de 2010

Imagens cheias de saudades 1

Alô rapaziada dos anos 1970, essa foto é da estréia do Gavião em 27/06/1976. Vocês se lembram, não? Esse jogo foi o primeiro de uma longa jornada. Nós perdemos de 8 x 0 para o Écus no campo do Beira Rio. Porém com o tempo nos tornamos adversário dos mais respeitados times da época, como Mini Oriente e o Golfinho entre outros.
Aí vai a escalação.
Em pé: Juvenal, Jorge Carlos (Tatau), Célio (Nem), Altair, Bira, Marcílio, e Ailton. Agachados: Maninho, Márcio, Joãozinho, Coquinho e Genilson.

Imagens cheias de saudades.

Você que acha que sabe tudo da nossa rua, então deve se lembrar desse time. É o Gavião, time do saudoso Seu Juvenal. Você lembra os jogadores?
Então aí vai: em pé, Seu Juvenal, Coquinho, Cô, Beto, Marquinho Japonês, Neilton, Nazareno, Marquinho, Célio (Nem), Ailton. Agachados: Maninho, Joãozinho, Jorge Carlos (Tatau), Márcio, Zeca e Genilson.

domingo, 27 de junho de 2010

A História de Bangu

A História de Bangu
Tudo começou no ano 1673, quando Manuel de Barcelos Domingues, um dos primeiros povoadores da cidade do Rio de Janeiro, construiu uma capela particular em sua Fazenda Bangu, primitivamente Engenho da Serra e daí teve início a vida progressista do bairro. A Companhia Progresso Industrial do Brasil, adquiriu mais tarde a posse dessas fazendas, onde fundou a fábrica que deu origem a evolução de Bangu.
Quando a fazenda Bangu foi comprada pela Companhia Progresso Industrial do Brasil, havia na região apenas uma rua, a
Estrada Real de Santa Cruz, que foi aberta para permitir a comunicação com as Sesmarias dos Jesuítas (chamou-se originalmente caminho dos Jesuítas), que se estendiam pelo litoral até as proximidades de Itaguaí.
Hoje, nesta rua, encontramos os marcos históricos (lápides de concreto) que serviam para demarcar a distância, em léguas, que o Imperador
Dom Pedro I percorria para encontrar a sua amada, a marquesa de Santos, desde que deixava sua residência, na Quinta da Boa Vista, até chegar a São Paulo. Eles também serviam para parar e descansar depois de horas andando a cavalo.

É de se imaginar que a ferrovia foi imprescindível para intensificação da urbanização e ocupação das áreas, não só de Bangu, mas das demais áreas da
Zona Oeste carioca, uma vez que tornou possível o transporte de produtos e pessoas até a região, que até em tão se mantinha praticamente isolada do centro urbano da cidade, tanto pela grande distância, quanto pelas barreiras físicas naturais encontradas (Os maciços da Pedra Branca e do Gericinó) que dificultavam o percurso. A inauguração do ramal ferroviário de Santa Cruz ocorreu em 2 de dezembro de 1878, sendo sua primeira estação a de Deodoro, que foi inaugurada em 8 de dezembro de 1859, posteriormente vieram a de Realengo (1878) e de Bangu (1890), e mais tarde as demais estações. Então, com a inauguração da ferrovia, a ocupação foi se intensificando e núcleos urbanos foram surgindo em torno dela, trazendo também o estabelecimento de empreendimentos que tiveram atuação decisiva no processo de ocupação, expansão e desenvolvimento da região, no caso de Bangu, a Fábrica de Tecidos Bangu.
Bangu cresceu com todas as características de um bairro proletário, onde os primeiros patrões foram os ingleses. Bangu foi um bairro planejado para funcionar atendendo a Companhia Progresso Industrial do Brasil (Fábrica de Tecidos Bangu), que por muito tempo exportou a marca Bangu para todo o mundo.
Todo este crescimento favoreceu a população uma boa qualidade de vida, onde a fábrica financiava para todos os seus empregados casas construídas com materiais que na sua maioria vinham da
Europa, como os primeiros tijolos maciços, as telhas, as madeiras de pinho de riga da Suécia, etc, mantendo sempre o modelo de arquitetura inglesa em todas as suas construções.
A fábrica também facilitou a compra de bicicletas para os seus operários, importando da Europa os mais variados modelos de bicicleta, tanto para homens como mulheres (ver algumas fotos na história da bicicleta no bairro) facilitando assim o deslocamento para o trabalho.

Rio da Prata
Rio da Prata é um sub-bairro de Bangu, localizado entre as ruas Rio da Prata, Tibagi,Engenheira Paula Lopes, Boiobi e Rangel Pestana. É uma das localizadade mais antigas do bairro, sendo considerada uma extensão da parte central de Bangu. Possui um comércio diversicado e forte, ao longo da Rua Rio da Prata, principal ponto do sub-bairro. No Rio da Prata ficam os pontos finais de linhas de ônibus importantes para o bairro de Bangu, como a Linha 393- Bangu - Castelo e a linha 918- Bonsuceso – Bangu

Obtida de "
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bairro_Rio_da_Prata"

sábado, 26 de junho de 2010

CONVITE

Alô pessoal da Rua Amanajó em Bangu. Convido todos vocês a ajudarem a montar esse blog com fornecimento de fatos, histórias, fotos, de uma das ruas mais animadas da região. Conto com a presença de todos.